Com três governadores, seis senadores e 36 deputados federais, o PSB continua dividido em relação ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Os governadores são contra o impeachment – Paulo Câmara (PE), Ricardo Coutinho (PB) e Rodrigo Rollemberg (DF) – mas a maioria da bancada federal é a favor.
O partido dá a entender que não quer mais ser visto como “linha auxiliar” do PT, por exemplo, tal qual ocorre com o PCdoB, nem tampouco solidário com o suposto “discurso golpista” do PSDB.
Segundo o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, a definição sobre o impeachment está suspensa exatamente por causa da divisão.
“Há uma certa simpatia na Câmara (pelo afastamento de Dilma), mas, no Senado, (a tese) encontra resistência”, diz o presidente.
Os quatro deputados indicados pelo partido para compor a comissão especial do impeachment, na Câmara Federal, se comprometeram a acatar a decisão do comando partidário.
São eles: o líder Fernando Filho (PE), Tadeu Alencar (PE), Danilo Fortes (CE) e Bebeto (BA). Na contabilidade do líder, 28 dos 36 membros da bancada federal apóiam o impeachment. A deputada Luíza Erundina (SP) é contra o impeachment.


























