Funcionária acusa ministra de obrigá-la a fazer massagens íntimas
Monalisa Maparura, de 27 anos, chegou a ser considerada desaparecida
Por: Wladmir Pinheiro

Funcionária acusa ministra conselheira de embaixada de obrigá-la a fazer massagens íntimas Crédito: Reprodução
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) concedeu uma medida protetiva a uma funcionária da embaixada do Zimbábue, após ela denunciar uma série de abusos cometidos, segundo afirma, pela ministra conselheira Rutendo Faith Sagwete. As informações são do portal G1.
A funcionária Monalisa Maparura, de 27 anos, chegou a ser considerada desaparecida antes de buscar apoio. A jovem denunciou que enfrentava longas e desgastantes jornadas de trabalho, além de ter sua alimentação rigidamente controlada. Entre as acusações mais graves, ela afirma ter sido forçada a realizar “massagens íntimas” na diplomata. Atualmente, Monalisa encontra-se acolhida em um local com endereço confidencial, por medida de segurança.
O Ministério das Relações Exteriores, por meio de nota, informou que está ciente dos acontecimentos, embora não tenha recebido comunicação oficial sobre a decisão judicial que concedeu a medida protetiva.

























