Inferno nas prefeituras da região

Da Redação

Prefeitos que que não conseguiram a reeleição – e aqueles que não elegeram seus candidatos – estão no sufoco.  Eles estão preocupados em fechar as contas até o dia 31 de dezembro, mas estão enfrentando um problema altamente sério que é a redução desenfreada de repasses. Eles não estão tendo dinheiro em caixa para honrar com compromissos e o comércio começa a agonizar sentindo os efeitos.

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Em todas as prefeituras da região, mesmo com alguns prefeitos se reelegendo ou elegendo seus candidatos, quase todas as obras estão paralisadas, funcionários estão sendo demitidos, cobradores agoniados na porta de algumas prefeituras, dentre outras coisas. Mas o problema não é que os gestores não queiram pagar, eles tem a boa vontade, mas acontece que o Governo Federal vem reduzindo mais ainda o valor dos repasses deixando os prefeitos em estado de loucura nesta reta final de mandato amargo. Para complicar mais ainda a situação o Governo do Estado da Bahia não está, também, cumprindo as suas obrigações, tem prefeituras que estão desde o ano de 2015 que não recebe um centavo de repasse, inclusive de áreas essenciais como a da saúde.

Se hoje a situação é ruim, a partir de março do próximo o inferno será geral, inclusive nas pequenas e médias prefeituras de todo o país. Os ex-presidentes Lula e Dilma foram covardes quando não aprovaram o novo Pacto Federativo, e o pior que o governo do presidente Michel Temer não tem interesse de resolver o problema já que o país está sendo governado por uma junta financeira.

O desemprego chegou, e com ele vem mais ainda o aumento da violência e prostituição. Mas, para alguns a redução do salário é bem melhor do que o desemprego.

Que o ano de 2017 as coisas possam se resolverem, caso contrário…

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