O radicalismo que eu condeno

Por Ricardo Antunes — Ninguém pode desejar a morte de ninguém no debate político. Ruy Castro e Ricardo Noblat fizeram isso e nem a Veja, onde o segundo tem uma coluna, gostou. A direita, eu já disse bem antes, errou em comemorar a morte de Dona Marisa, ex-mulher de Lula.

Não vamos edificar uma sociedade melhor com esse tipo de ódio e radicalismo. O debate político tem de ser o de ideias e não de agressões físicas ou palavrões pelas redes sociais.

Fase de “revoluções” para ditaduras de esquerda ou de direita, já passou e ninguém aceita mais esse tipo de valores do passado.

Pensem nos seus filhos.

Em nota, Veja repudiou declaração do jornalista Ricardo Noblat.

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