As investigações apontaram que o suspeito fazia parte de um grupo virtual internacional. Mensagens encontradas indicavam ameaças a familiares, incitação à violência, apologia a massacres e até tentativa de envolver menores em atividades criminosas. Também havia referências à compra de armas e explosivos.
Devido à gravidade dos fatos e ao risco de destruição de provas digitais, a Justiça Federal decretou a prisão preventiva do homem, autorizando ainda buscas em seus locais de residência e trabalho, além da quebra de sigilos telemáticos.
O suspeito foi levado ao presídio de Bragança, onde permanecerá à disposição da Justiça, enquanto a PF continua monitorando as atividades do grupo on-line.




























