Coelba é denunciada na tribuna da Câmara de Juazeiro ‘por prestar desserviços’ à sociedade

Ação Popular

Durante a sessão realizada na tarde de ontem (15), na Câmara de Vereadores de Juazeiro, os edis criticaram os serviços prestados pela Coelba em Juazeiro. Segundo eles, os serviços estão deixando a desejar.

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Vereador Nalvinho

“A Coelba arrecada muito dinheiro e fica perseguindo os moradores da nossa cidade. Os servidores chegam às casas e cortam as suas luzes e nem se quer esperam alguma explicação, eles nem se preocupam se tem alguma criança, idosa ou qualquer pessoa doente. Estão oferecendo desserviços de péssima qualidade, temos que fazer valer o direito dos nossos munícipes e tomar alguma providência”, disparou o vereador Nalvinho (PTdoB).

Nalvinho informou ainda que que a empresa está descumprindo normas em cortas a energia de residências às sextas-feiras depois de meio dia.

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Vereador Pedro Filho

Por sua vez, o vereador Pedro Filho (PR), disse que a empresa precisa comparecer na casa urgentemente. “A Coelba chegou ao condomínio que moro e cortou a energia de 17 casas, sendo que 11 estavam pagas, eles nem se quer mandaram um aviso. Pegou todos os moradores de surpresa, sabemos que isso foi errado, a Coelba precisa comparecer a essa casa para dá uma resposta”.

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Vereador Amilton Ferreira

Diante do fato, o Vereador Amilton Ferreira (DEM), disse que existe uma lei onde determinar que a energia não pode ser contato sem aviso. “Infelizmente isso não está acontecendo aqui e já tomei conhecimento que a direção da empresa está mudando todos os cargos e dentro de alguns dias o atual gerente regional Jezer Pacheco deve está tomando uma ‘rasteira’ (sic). A população não tem culpa se o Governo do Estado esteja devendo R$ 23 milhões a Coelba”, disparou.

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Vereador Anderson da Iluminação

Por fim, o vereador Anderson da iluminação (PP) reforçou as palavras dos colegas. “Isso é uma falta de respeito, já enviamos oficio para a empresa prestar esclarecimentos, mas nunca obtivemos resposta, a Coelba precisa prestar contas à população”, conclui.

Logo depois de expediente, a reportagem entrou em contato com alguns vereadores que afirmaram levar o caso ao Ministério Público.

A reportagem tentou contato com o gerente regional, Jezer Pacheco e não conseguiu.

 

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