Centrão adia privatização por medo das urnas

Senadores adiam votação da venda de distribuidoras de energia deficitárias

Privatização é tema que assusta políticos durante as eleições e foi esse temor que levou senadores a adiarem, mais uma vez, a votação do projeto que viabiliza as privatizações de distribuidoras de energia em seis Estados (AC, AL, AM, PI, RO e RR). Com dívidas de mais de R$ 10,9 bilhões para os próximos 12 meses, o prejuízo das distribuidoras nos últimos 20 anos foi de R$ 22,3 bilhões. O governo é dono de 60% da Eletrobras e o prejuízo é repassado a consumidores na conta de luz.

As dívidas a longo prazo das concessionárias da Eletrobras que seriam privatizadas este ano somam mais de R$24,4 bilhões.

Em 2016, a Eletrobras decidiu não renovar concessões e a atuar como prestadora de serviços. O rombo desde então supera os R$4,5 bilhões.

O regime de prestação de serviços para as distribuidoras acaba em 31 de dezembro e são necessários 90 dias entre venda e troca de donos.

O governo federal esperava arrecadar mais de R$ 12,2 bilhões a mais este ano com as privatizações das distribuidoras da Eletrobras.

Os partidos que fazem parte do Centrão são: PSDB, PP, PPS, PR, PRB, PSD, DEM, PTB e SD. Todos estes partidos estão de mãos dadas com Geraldo Alckmin, sendo que quase todos já começaram a fazer extorsões para reelegerem suas facções.

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