Luciano Huck fala sobre situação do programa: ‘Equipe em isolamento’

Apresentador pediu para o público seguir as recomendações da OMS

Por Meia Hora

Luciano Huck
Luciano Huck – Globo / Divulgação
No último sábado, Luciano Huck começou o programa de uma forma diferente. O apresentador explicou para o público qual era a situação do “Caldeirão” durante a pandemia do novo coronavírus e avisou que tudo havia sido gravado com antecedência.

Antes dos quadros, Huck mandou uma mensagem para o telespectador: “O Caldeirão está no ar. Vou explicar o não cenário. A equipe do Caldeirão está completamente desmobilizada nesse momento seguindo as instruções da Globo. Toda a nossa equipe, ou a maior parte dela, está em isolamento voluntário social para que a gente contribua também para que o vírus não contamine ou siga contaminando de maneira exponencial”.

“O Caldeirão está seguindo todas as regras possíveis e necessárias. Começo hoje o programa de um jeito diferente. Queria dividir com você como é que funciona a nossa estrutura no Caldeirão. Os quadros de estúdio, a gente grava com muita antecedência”, continuou dizendo.

“Os conteúdos que você vai assistir hoje no Caldeirão foram todos gravados, montados, editados, produzidos antes da pandemia da Covid-19. Antes das recomendações da Organização Mundial da Saúde, antes das recomendações da Globo. Por isso você vai assistir um programa normal, vamos dizer assim. Apesar do nosso dia a dia não estar normal”, afirmou.

“Mais uma vez a gente reforça. Acho que a boa informação, a informação de qualidade é uma arma muito poderosa que todos nós temos que compartilhar. O vírus agora está se espalhando por recortes da nossa sociedade do Brasil que tem menos condições financeiras e de infraestrutura para combater ele. As periferias, as favelas. É um momento muito delicado para todos nós”, seguiu falando com o público.

“É muito importante cada um cumprir a sua parte. A gente respeitar as autoridades, os profissionais de saúde. Seguir os conselhos. Lavar a mão, mesmo. Lavar a mão é a coisa mais simples do mundo e faz muita diferença. Lavar a mão bem lavada ou conseguir um álcool em gel, desinfetar superfícies que você toca pode significar a vida ou a morte da sua avó, do seu avô, de uma pessoa que você gosta desse grupo de risco”, reforçou.

Por fim, ele fez um pedido: “Siga absolutamente à risca as recomendação médicas. Para ser solidário, a gente tem que pensar no coletivo. E mais do que isso, a gente chegou em um momento em que tem que fazer a solidariedade ser mais contagiosa do que o vírus. Isso cabe a cada um de nós”.

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