Parentes de miliciano que assessoraram Flávio Bolsonaro na Alerj sequer tinham crachá

A revista Veja informa que a mulher de Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe de milícia foragido da polícia, trabalhou até novembro passado como assessora do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj e não tinha crachá.

Danielle Nóbrega trabalhou oito anos na Assembleia do Rio, mas nunca teve um documento que autorizaria sua entrada no prédio, e que todos os funcionários são obrigados a usar.

O mesmo aconteceu com a mãe de Adriano, Raimunda Magalhães. Ela foi nomeada em 2015 mas só ganhou crachá em 2017.

Ou seja, além de nomear parentes do miliciano, tudo indica que elas sequer trabalhavam.

Mas os filhos do presidente não precisam responder por seus atos. Cadê o Sérgio Moro?

Com informações da Veja.

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