[Vídeos] Vereador aliado do prefeito de Monte Santo é preso em São Paulo após uma briga com policial. Ele chegou a tomar a arma atirando no policial

 

Da Redação

Mais um caso grave suja a imagem do município baiano de Monte Santo destacado nas páginas policiais da imprensa do país. Segundo a reportagem da Band News de hoje (22), o caso se trata do vereador fora da lei, Ernesto de Santana (SD) pois o mesmo estava “em um bairro da capital paulista nesta madrugada, dentro de um carro de modelo Corolla, junto com um amigo, sendo que eles passaram fazendo provocações em várias pessoas e depois mexeram com uma pessoa que estava fazendo caminhada, só que eles não imaginaram que esta pessoa era um policial a paisana”, informou o repórter.

“O policial pensando que se tratava de um assaltou, decidiu sacar a arma para se defender, deu voz de prisão até que o vereador se identificou. Por sua vez, o policial guardou a arma, ele [0 vereador]  desceu do carro e começaram uma conversa, e nessa conversa começou uma briga. O vereador e o amigo partiram para cima do policial, bateram, tomaram a arma, sendo que o vereador sacou a arma do policial  fazendo um disparo em direção à vítima. O vereador acabou preso pela policia, o amigo do vereador conseguiu fugir, sendo procurado pelas policias militar e civil ainda na nesta manhã”, informou. O vereador foi levado ao IML para fazer o teste do bafômetro quando foi constatado embriaguez.

Ainda segundo destaque da reportagem da Band Notícia, “este mesmo vereador da cidade de Monte Santo já foi preso na cidade de São Paulo em 2016 com carro roubado. Um veículo avaliado em R$ 60 mil, roubado na região de Taboão da Serra. Na época foi preso junto com um amigo e agora retornou para São Paulo e acabou preso por conta de mais uma confusão”, detalhou. Veja matéria abaixo:

Segundo informações chegadas ao AP,  o prefeito do município de Monte Santo, Edivan Fernandes de Almeida, o popular Vando (PSC), é padrinho de batismo do vereador Ernesto Santana. Ainda segundo informações, o edil não têm participado das sessões ordinárias na Câmara Municipal da cidade, mesmo assim nunca foi solicitado o pedido de cassação do mandato pela ausência de mais de 50% nas sessões, conforme determina o regimento interno da casa.

 

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