Polícia Federal não tem autorização para apoiar caso da criança assassinada em Petrolina

Beatriz Mota foi assassinada a facadas no dia 10 de dezembro de 2015 no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Petrolina, e gerou comoção no estado, principalmente na cidade. Ela estava acompanhava do pai, o professor de inglês Sandro Romildo, que leciona na escola, e também da mãe, Lúcia Mota, em uma solenidade de formatura. Enquanto as pessoas participavam da festa, a criança desapareceu. O pai chegou subir ao palco, montado na quadra, para pedir ajuda das pessoas para localizar a filha. A criança acabou sendo encontrada morta minutos depois por trás de armários de uma sala de material esportivo, que estava desativada, ao lado da quadra onde ocorria a solenidade.
De acordo com a Polícia, a arma usada no crime, uma faca tipo peixeira, foi encontrada encravada no abdômen da criança. Após a descoberta, houve correria e tumulto no pátio. As pessoas sairam correndo chorando e em pânico. O Instituto de Criminalística também esteve na escola para periciar o local do crime. (DP)
























