Pilão Arcado: “O prefeito não tem dinheiro para pagar o salário dos professores, mas tem para bancar a campanha de seus candidatos”

Ação Popular (AP)

A coisa se desmoronou de vez na Prefeitura Municipal de Pilão Arcado, Bahia, nestes últimos meses de administração João Porfírio (PSD). Além das denuncia envolvendo o gestor e seu grupo em escândalos que abalaram o país, agora os professores ameaçam entrar em greve a partir de dia 8 de setembro, caso o pagamento dos profissionais não seja depositado até o dia 7 de setembro. “O prefeito não tem dinheiro para pagar o salário dos professores, mas tem para bancar a campanha de seus candidatos a prefeito e vereadores. Isso significa desvio de finalidade e mais um outro caso de policia com o dinheiro público. Do jeito que ele é, em não ligar para o azar, pode tocar fogo na cidade deixando um rombo onde o município jamais vai se recuperar. Com isso, quem paga o pato é a população e os funcionários”, desabafa Carlos Alberto. Ele vai mais além: “Nunca na história de nosso município a cidade ficou deserta como se encontra hoje. Pilão Arcado está se tornando uma cidade fantasma onde as pessoas da zona rural estão indo para outras cidades fazer compras porque a agencia do Banco do Brasil funciona precariamente e não tem dinheiro na maioria das vezes. Enquanto isso, o prefeito e seu grupo não estão se lixando para a situação”.

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A cidade está nestas condições de abandono, mas o prefeito quer eleger seu candidato para que esta situação continue

Ele faz um alerta à população: “O prefeito e sua trupe querem ficar mais quatro anos no poder, e a única saída é botar esse povo pra fora da prefeitura no dia das eleições”.

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O dinheiro para a construção desta quadra poliesportiva desapareceu. O local serve de antro para usuários de drogas, prostituição e sanitário público deixando comerciantes e moradores irritados com a fedentina e com o perigo em arriscar suas vidas durante o dia e a noite

“Independente da questão política, a única saída para resolver os constantes problemas de atrasos e desvio de finalidades – já que o repasse do FUNDEB chega todos os meses na data certa e é desviado – é dar a resposta nas urnas afastando o prefeito e seu grupo antes que as coisas piorem mais ainda”, alertou a dona de casa, Maria José.

Diante da situação, a APLB – Sindicato, enviou comunicado ao gestor municipal, secretários, vereadores e pais de alunos informando sobre a paralisação. Veja abaixo:

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Fica aqui o espaço reservado para que o prefeito possa se manifestar.

 

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