PP da Bahia deixa ‘parceiros no sufoco’, passando a piorizar outros a exemplo de Pilão Arcado

Ação Popular (AP)

O Partido Progressista (PP) na Bahia começou a campanha de 2016 em grande ritmo, mas só que o partido priorizou algumas candidaturas em determinados municípios, deixando outros para último plano. No município de Uauá o vice-governador, João Leão esteve estive na cidade prometendo atenção ao candidato Moisés Ribeiro que terminou sendo prejudicado na reta final.

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Já em Pilão Arcado, Leão deu toda a atenção necessária durante a campanha, subiu em palanque, e ainda confrontou com adversário que estava com a eleição que parecia garantida um dia antes. Ele demonstrou está obstinado a desafiar o ministro Geddel Vieira, o deputado federal Lúcio Vieira, ambos do PMDB, ACM Neto, o deputado estadual Adolfo Neto (PSDB), e outros, numa disputa fenomenal que terminou elegendo o candidato Afonso Mangueira (PP) para prefeito. O eleito já é um velho conhecido do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM), por ter sido punido a pagar multa por ter recebido salários dobrado do município como vereador e servidor do SAAE.

Sem importar com a ficha do grupo comandado pelo prefeito João Porfírio, o popular Joãozinho (PSD), Leão resistiu até o último momento. Mas para o vice-governador o que importava naquele momento era vencer as eleições, independente de qualquer coisa. Ele é um dos políticos citados na lista do Supremo Tribunal Federal (STF), em inquérito relativo à Operação Lava Jato.

Fora a questão do apoio político, nas redes sociais o que mais se cogita ainda é sobre a derrama de dinheiro no dia anterior as eleições. Para um município pobre, com famílias carentes sofrendo com o abandono e descaso, pessoas estimam que mais de R$ 4 milhões foram aplicados. Isso juntando R$ 1 milhão de um, R$ 200 mil de outro, e por aí nos últimos 15 dias de campanha.”Mas será que isso aconteceu mesmo?”, questiona o agricultor José Arlindo sobre os ‘laranjas do sertão’.

Na verdade o resultado do jogo foi virado nos últimos minutos, causando prejuízos para o candidato Mundoca (PDT).

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Fiação elétrica foi fornecida em troca de votos nesta última eleição em uma das comunidades mais carentes da zona rural para beneficiar o candidato eleito Afonso Mangueira (PP). Na eleição de 2012, o prefeito Joãozinho foi flagrado comprando votos. 

Hoje, pessoas revelam ter sido beneficiadas com sacos de cimento, doação de fio para levar energia através de barrotes para suas casas em comunidades da zona rural, doação de telhas e tijolos, e muito mais, tudo isso em troca do voto. Como se não bastasse algumas estão sendo ameaçadas, outras foram obrigadas a fugirem de suas casas com as famílias para lugares ignorados.

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