Partidos de aluguel ou da boquinha?

O PTN luta na Justiça Eleitoral para trocar o nome por “PODEMOS” e o PSL por “LIVRES”. O movimento partiu de jovens das duas legendas incomodados com o fato de a mídia só tratá-los como “partidos de aluguel”.

Tá explicado porque ser “dono” de partido no Brasil é um grande negócio. O PROS, fundado há apenas três anos pelo ex-vereador de Planaltina (GO) Eurípedes Júnior, já recebeu R$ 35 milhões do fundo partidário e até helicóptero já comprou.

Em um determinado município da região norte da Bahia, o presidente de um desses partidos da boquinha recebeu R$ 400 mil para sair como candidato a vice-prefeito nas últimas eleições.

Na verdade, não só deve acabar com esses partidos de alugueis, como também meter na chave os bandidos do dinheiro público.

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