Governador da Bahia peita legislação trabalhista tratando empregados da Ebal como escravos
Da Redação do AP
A reportagem do AP acabou de receber informações do Presidente da Associação Baiana dos Trabalhadores da Ebal/Cesta do Povo, Francis Tavares, alegando que depois da decisão judicial proferida no mês de dezembro de 2017 pela 28ª Vara do Trabalho de Salvador, determinando a reintegração dos 1.700 funcionários demitidos, e a suspensão de novas demissões do órgão, o governador Rui Costa – “aquele que se diz ser do ‘partido que defende trabalhador’, mas que na verdade não passar de um perseguidor asqueroso das classes menos favorecidas e enganador do povo do interior fazendo pré-campanha pela reeleição” -, decidiu ordenar aos seus subordinados que “retirassem as mercadorias das lojas da capital e interior, e enviar para a Loja do Ogunjá. Até o fornecimento de água foi interrompido nas duas lojas da cidade de Feira de Santana”, informou Francis ao AP. Ele alega ainda que “o problema é que os funcionários estão sendo obrigados à permanecerem nas lojas mesmo sem fazer nada e sem poder fazer uso dos sanitários. Absurdo o massacre que os funcionários da Cesta do Povo estão sofrendo”, denunciou.

Ele argumenta ainda que a meta do governador é acabar com o órgão a exemplo do que fez no inicio de seu governo com a EBDA perseguindo e maltratando trabalhadores através do plano de ‘faz de conta’ sobre o leilão da Ebal. “O Governador adiou por duas vezes o leilão, alegando que os interessados precisariam de mais tempo para organizar os documentos. Ele então decidiu remarcar pela segunda vez para o dia 15 de abril próximo, mas segundo informações, não existe comprador. No entanto, isso não passa de mais uma estratégia do Governador para dar uma justificativa para a sociedade”, detonou.
Com a palavra sua assessoria.

























