Denúncia grave contra a saúde em Petrolina; mas para prefeito as coisas estão boas
Da Redação
A ouvinte Valdelice Maria de Souza, que reside na quadra D, no projeto N 10, participou do Programa Nossa Voz/Grande Rio FM e relatou que seu pai estava passando mal no último sábado (29) e acionou o SAMU de Petrolina e foi informada que não havia macas e por isso a ambulância não seria enviada. Ela contou também que devido à demora do socorro o idoso faleceu.

“Por falta de macas nas ambulâncias meu pai veio a óbito. Ele tinha 67 anos e ligamos mais de 50 vezes para o SAMU e o Corpo de Bombeiros, tentamos levar para o posto médico do bairro e infelizmente o local não dispõem de médicos diariamente, todos os dias troca de médico. Na última sexta-feira (28) meu pai chegou do hospital e foi ao posto pedir a médica para atendê-lo e ela disse que tinha os dias de fazer as visitas nas residências, isso é um absurdo”.
Ainda assim, ela relatou que também precisa dos serviços das ambulâncias sociais para deslocar o seu irmão acamado para consultas no centro de Petrolina, mas sempre perde o horário por conta da demora no deslocamento. “Meu irmão é acamado e por falta de ambulâncias já perdemos 2 vezes a consulta dele e meu pai perdeu a vida. O prefeito Miguel Coelho fica dizendo que na cidade tem ambulância e essa informação não é verdadeira”.
Na imprensa, o prefeito Miguel chegou a dizer que a saúde deu um salto de qualidade.


























