Michelle Bolsonaro é a mulher mais poderosa do país para quase 16% dos brasileiros, mostra pesquisa

Levantamento espontâneo mostra Michelle Bolsonaro na liderança do ranking das mulheres mais poderosas do país  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais

Por Antonio Dilson Neto

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) foi a mulher mais citada pelos brasileiros em um levantamento espontâneo sobre influência e poder no país. Segundo pesquisa Meio/Ideia, divulgada nesta quarta-feira (8), ela apareceu na liderança com 15,4% das respostas.

Como o levantamento foi espontâneo, os entrevistados não receberam uma lista de nomes para escolher, o que mede a lembrança imediata de cada personalidade.

Na segunda posição ficou a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, com 9% das citações. Fechando o top 3 aparece a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF)Cármen Lúcia, mencionada por 4,5% dos participantes.

Também figuram entre os nomes mais lembrados a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), com 2,5%; a ex-ministra Simone Tebet (MDB), com 2%; a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), com 1,7%; a cantora Anitta, a ex-ministra Marina Silva (Rede) e a influenciadora Virginia Fonseca, todas com 1,5%; além da presidente do Banco do BrasilTarciana Medeiros, que registrou 1,2%.

O levantamento mostra ainda que 43,5% dos entrevistados afirmaram não saber responder quem seria a mulher mais poderosa do Brasil. Outros 10,4% citaram nomes diversos, enquanto 5,5% disseram que nenhuma mulher concentra atualmente esse protagonismo no cenário nacional.

Impacto dos vídeos de Michelle

Além do ranking de influência, o estudo mediu a percepção dos brasileiros sobre os vídeos divulgados por Michelle Bolsonaro no fim de junho, nos quais ela relatou um desentendimento com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Segundo a pesquisa, 35% dos entrevistados consideram que as declarações da ex-primeira-dama são “mais verdadeiras do que falsas”. Outros 29% afirmaram acreditar totalmente no relato. O mesmo percentual, 29%, avaliou que as falas são “mais falsas do que verdadeiras”. Já 6,6% disseram não saber opinar, enquanto 0,3% classificaram as declarações como totalmente falsas.

Quando questionados sobre o impacto do episódio na imagem de Michelle, 44,4% afirmaram que os vídeos não alteraram sua confiança na ex-primeira-dama. Para 23,4%, a confiança aumentou após as declarações, enquanto 17,3% disseram que ela diminuiu. Outros 14,9% não souberam responder.

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