
As investigações começaram a partir da análise de provas obtidas em investigações anteriores, incluindo movimentações financeiras suspeitas, colaboração premiada e depoimentos. Esses elementos mostraram como os investigados se estruturaram de forma complexa para exigir propina e lavar dinheiro, beneficiando os interesses da organização criminosa.
Em uma das apreensões, a Polícia Federal encontrou R$ 200 mil, que de acordo com informações do Metropoles, na residência do chefe de investigações do Corpo Especial de Repressão ao Crime Organizado (Cerco), da 5ª Delegacia Seccional da capital paulista. Ele foi um dos três policiais civis presos durante a operação, que também contou com a participação do Ministério Público de São Paulo (MPSP). O montante foi encaminhado a uma empresa de transporte de valores para contabilização.

O grupo é acusado dos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva e ocultação de capitais. Caso sejam condenados, os envolvidos podem enfrentar penas somadas de até 30 anos de prisão.



























