Mulher Abacaxi sofre tentativa de assalto em São Paulo: ‘Quebraram o carro todinho’
Marcela Porto relatou susto e ferimentos após bandido atacar veículo
Por Giuliana Mancini

Mulher Abacaxi se machucou em tentativa de assalto Crédito: Reprodução
Marcela Porto, conhecida como Mulher Abacaxi, viveu mais um momento de tensão em São Paulo. Depois de ser barrada em uma boate e afirmar ter sido por transfobia, a empresária relatou ter sofrido uma tentativa de assalto na madrugada deste sábado (13).
Rainha da escola de samba carioca “Em Cima da Hora” e rainha de bateria da Chatuba de Mesquita, ela contou, nas redes sociais, que estava de carona no carro de uma amiga, a caminho da rodoviária de São Paulo, quando um criminoso atacou o veículo. O bandido aproveitou que o automóvel estava parado no semáforo para, com um soco inglês, quebrar o vidro e tentar roubar o celular de Marcela.
“Indo para a rodoviária agora, olha o que aconteceu: quebraram o vidro do carro da minha amiga. Eu estou tremendo aqui com a mão cortada. Parei agora no posto de gasolina. Quebraram o carro todinho para roubar meu celular”, contou, no Instagram.
A influenciadora disse que o criminoso não conseguiu levar o celular. “Estou desesperada. Quando vou pegar meu outro telefone para bloquear, porque tenho outro telefone… O telefone estava caído aqui. Ele não conseguiu levar. Estou cortada, o carro está todo cheio de caco de vidro. Eu indo para a rodoviária. Que desespero”, disse Marcela.
Nos Stories do Instagram, a Mulher Abacaxi deu mais detalhes. “Quando ele puxou o celular da minha mão e quebrou o vidro do carro da minha amiga, eu ia correr atrás dele. Ele ficou olhando de longe porque não tinha levado o celular”, declarou.
“Eu queria correr atrás dele, minha amiga que me segurou. A gente parou mais na frente. Eu fui pegar meu outro celular, da minha firma, pra filmar e ele [o telefone] estava caído dentro do carro, graças a Deus”, encerrou a influenciadora, que mostrou o vidro do carro destruído.
Ao portal LeoDias, ela desabafou sobre a violência. “Achei que fosse tiro, bala perdida, igual acontece no Rio. Foi um susto grande. O pior que sofri transfobia e fui vítima de assalto na mesma semana. Vou em mãe de santo amanhã. Ainda quero ir à igreja e à missa. Alguém deve ter jogado olho grande em mim. As coisas estão difíceis em São Paulo. Infelizmente, é tão violenta quanto o Rio, que tanto amo”.


























