Um clássico que depende do tempo

Mesmo sem reagir, a governadora Raquel Lyra e o prefeito João Campos tendem a travar o duelo do século, segundo analistas políticos dos mais variados perfis. Tudo porque, segundo eles, Raquel está com a máquina nas mãos, dinheiro em caixa sobrando, contraído por meio de empréstimos e obras em andamento que podem lhe dar visibilidade. A pedra no meio do caminho da gestora se chama tempo. O ano praticamente acabou e Raquel só pode participar de inauguração de obras até abril, espaço muito exíguo, até pelos atropelos que vem tendo com licitações no Tribunal de Contas.



























