Segundo Bento, a empresa tem uma política que proíbe o uso de celular no expediente há mais de cinco anos para garantir o foco no trabalho. “Aqui é tudo na base do raciocínio. Mas a pessoa não conseguiu ficar sem o telefone e pediu para sair”, desabafou.
O empresário também comentou outras situações inusitadas na seleção de funcionários. “Tinha candidato de 25 anos que trouxe o pai ou a mãe para acompanhar a entrevista”, disse, surpreso com a falta de autonomia dos jovens no mercado de trabalho.
O vídeo gerou debate sobre a relação da Geração Z com o trabalho. Para alguns, o problema é a falta de compromisso e resiliência. Para outros, as empresas precisam se adaptar às novas formas de trabalhar.



























