De acordo com o documento, Bolsonaro tinha uma “lesão superficial cortante” no rosto e no pé esquerdo. O ex-presidente também estava com “motricidade e sensibilidade de membros superiores e inferiores preservadas” e apresentou “leve desequilíbrio” ao ficar em pé.
O relatório foi solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para decidir sobre um pedido da defesa de Bolsonaro para a realização de exames em um hospital particular.
Segundo a PF, Bolsonaro relatou “quadro de tontura durante o dia e soluços intensos à noite”.
O relatório listou quatro hipóteses para a queda:
- Interação entre remédios
- Crise epiléptica
- Adaptação a aparelho utilizado para apneia do sono
- Processo inflamatório pós-operatório
Em resposta ao pedido de exames, Moraes afirmou que “não há nenhuma necessidade de remoção imediata” e solicitou a apresentação do laudo e a indicação, pela defesa, dos procedimentos a serem feitos.
Em seguida, os advogados apresentaram um pedido médico solicitando a realização de tomografia e ressonância magnética do crânio e de um eletroencefalograma, exame que analisa a atividade do cérebro.



























