“Parece ficção, mas aqui em Pernambuco virou realidade”, disparou o parlamentar, citando reportagem do portal Metrópoles que revelou que os ônibus da empresa ligada à família da governadora teriam circulado por até três anos sem vistoria e sem pagamento de taxas obrigatórias. Ele também afirmou que veículos estariam em más condições, colocando em risco passageiros em todo o estado.
No ataque mais pesado, Pedro Campos acusou o governo de interferência direta na EPTI, órgão responsável pela fiscalização. Disse que, em 2023, a autarquia ficou seis meses sem presidente e que, após cobrança do Ministério Público, a governadora teria nomeado um ex-funcionário de empresa ligada à própria família. Para o deputado, isso teria criado um ambiente de proteção indevida, resultando em prejuízo milionário à empresa pública.
Mais cedo, a própria Raquel foi estimulada por seus principais assessores a fazer um duro pronunciamento sobre o episódio, que o Palácio já vem colocando na cota de “maldades” do PSB. A avaliação é de que a campanha de 2026 já começou, e a reação dos partidários de João Campos (PSB) seria uma forma de tentar “dar o troco” após o “Escândalo do Fura Fila”, que “chamuscou” a imagem do prefeito”.
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