Marqueteiro Edinho Barbosa defende união de Raquel Lyra e João Campos em prol da reeleição de Lula

 

Por Larissa Rodrigues

O palanque duplo em apoio à reeleição do presidente Lula (PT) em Pernambuco é quase como uma obrigação para os candidatos ao Governo do Estado, este ano. Essa é a opinião do marqueteiro em campanhas eleitorais no Brasil e no exterior, o jornalista e publicitário baiano Edson Barbosa, o Edinho.

Ele ganhou notabilidade como estrategista das eleições do ex-governador Eduardo Campos, pai do prefeito do Recife, João Campos (PSB), e foi o entrevistado de ontem (20) no podcast do blog do Magno Martins.

Edinho Barbosa disse que teve no Estado alguns dos seus mestres em ciência política, comunicação e política. “Miguel Arraes, Eduardo Campos, Fernando Lyra e Romeu Batista. Se os quatro estivessem vivos hoje, João e Raquel estariam unidos em apoio ao presidente Lula. Ofereceriam ao Brasil e ao mundo a maior vitória na reeleição do presidente Lula. Cuidariam do Estado e do Brasil juntos, mesmo ambos sendo candidatos a governador, fazendo o debate político, mas em defesa de Pernambuco”, ressaltou Barbosa.

O marqueteiro citou que os quatro políticos sempre estiveram unidos em defesa de Pernambuco e destacou não haver necessidade de confronto entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e João Campos. “Acho que pode haver um bom debate político com inteligência, ou seja, sem discutir o presidente Lula como candidato à reeleição. Lula é a vitória de Pernambuco diante do Brasil e diante do mundo. Pode ser a maior vitória político-eleitoral brasileira diante do mundo”, enfatizou.

Após a vitória do petista na reeleição, Pernambuco seria projetado economicamente, politicamente e socialmente “de maneira extraordinária”, com João ou Raquel comandando o Estado, na visão de Edinho.

Sem oposição – A reeleição de Lula (PT), inclusive, é algo irreversível e sem oposição à altura. “De um para um, não tem ninguém competitivo para encarar uma eleição contra Lula. E digo mais: não tem nenhum nome competitivo para encarar uma eleição contra Lula nem contra o Alckmin, que é o vice do Lula. O Lula é candidatíssimo à reeleição; seu campo de força está robusto e tende a crescer mais. Qual é o campo de força que vai dar sustentação a esse esfacelamento dos candidatos de direita?”, observou.

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