Quebra de sigilo

Antes de a CPMI do INSS ter decidido, ontem, quebrar o sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, 51 anos, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), essa providência já havia sido tomada pela Polícia Federal, em janeiro de 2026. A PF fez esse requerimento há mais de um mês e o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a abertura dos dados bancários, fiscais e telemáticos (e-mails) de Lulinha. Mendonça é o relator no Supremo da investigação que apura fraudes de descontos ilegais em pagamentos a beneficiários do INSS. O magistrado chegou ao STF em dezembro de 2021, indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). Além de relatar a investigação do escândalo do INSS, Mendonça cuida do caso do Banco Master – liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central e suspeito de ter usado títulos de crédito falsos em seus balanços.


























