A Câmara Municipal de Floresta, no Sertão de Pernambuco, aprovou na noite desta terça-feira (16) o Projeto de Decreto Legislativo que rejeita as contas da prefeita Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz, a Rorró Maniçoba, referentes ao exercício financeiro de 2023. As informações são do Blog do Elvis.
Por 8 votos a 5, vereadores seguiram recomendação do TCE-PE e mantiveram o decreto pela rejeição das contas da gestora.
Por: Redação Fonte: Blog do Elvis

A Câmara Municipal de Floresta, no Sertão de Pernambuco, aprovou na noite desta terça-feira (16) o Projeto de Decreto Legislativo que rejeita as contas da prefeita Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz, a Rorró Maniçoba, referentes ao exercício financeiro de 2023.
A votação ocorreu durante sessão realizada no plenário da Casa Benício Ferraz e teve como base o parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), que recomendou a rejeição das contas da gestora.
Um dos fatos que chamou atenção durante a sessão foi a ausência da prefeita. Rorró Maniçoba não compareceu ao plenário e também não enviou representante legal para apresentar defesa oral em relação à prestação de contas analisada pelos vereadores.
O decreto legislativo foi aprovado por 8 votos a 5.
Votaram a favor da aprovação do decreto que rejeita as contas os vereadores André Ferraz, Kiel do Pipa, Chichico Ferraz, Túlio Laranjeira, Lenilda Belo, Peu Vilarim, Victor Laert e Gilberto Quirino.
Já os vereadores Beijinha Puça, Tiago Maniçoba, Talles Cruz, Lenilton do Detran e Péricles Ferraz votaram contra o decreto e defenderam posição divergente da maioria da Casa.
Para afastar a recomendação do TCE-PE e aprovar as contas da gestora seriam necessários os votos de dois terços dos membros da Câmara, o equivalente a nove dos treze vereadores. Como esse número não foi alcançado, prevaleceu o entendimento pela rejeição das contas de 2023.
O resultado representa uma derrota política para a prefeita e mantém o parecer do Tribunal de Contas sobre a gestão fiscal e administrativa do exercício de 2023.
Com a aprovação do decreto legislativo, a Câmara Municipal conclui sua análise sobre as contas do referido exercício, cabendo agora os desdobramentos legais e eleitorais que possam decorrer da decisão.


























