“Ridículo. Governo de mentira”
Marcel van Hattem (Novo-RS) critica factoide de Lula (PT) sobre o projeto de ampliar o MEI
Marcos Valério já denunciava ligação PT-PCC
A oposição sempre denuncia as relações do PT de Lula com o PCC para explicar as omissões do governo no combate ao crime organizado, mas a primeira acusação não é recente. O operador do mensalão Marcos Valério, das entranhas do petismo, contou à PF ter ouvido do ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira que o prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel foi morto em 2002 após seu dossiê sobre financiamento eleitoral ilegal petista via bingos e empresas de ônibus ligados ao PCC.
Senival, a missão
A prisão semana passada do vereador Senival Moura (PT), suspeito de submissão ao PCC desde 2014, pode indicar que a ligação se manteve.
Ligação cabulosa
Em 2019, áudios de presos do PCC mencionaram “diálogo cabuloso” dos integrantes da organização criminosa com governos do PT.
Companheirada protegida
Em 2006, nos ataques do PCC em SP, presos grampeados indicaram em conversas telefônicas que não atacariam alvos do PT.
Sob controle do PCC
Dirigentes do PT já foram acusados de ligação a perueiros e empresas controladas pelo PCC para lavagem de dinheiro e contratos públicos.
Congresso só tem mais nove dias de trabalho
A partir desta terça-feira (15), a Câmara dos Deputados e o Senado têm apenas nove dias úteis de trabalho este semestre, antes do recesso parlamentar, que começa dia 18 de julho. Tanto a Copa do Mundo, quanto o São João e as festas juninas interferem no calendário do Legislativo, mas o principal empecilho é a falta de vontade dos parlamentares de aprovarem projetos importantes antes da eleição.
Eleição atropela
O recesso parlamentar vai até 4 de agosto, no dia seguinte é a data limite para partidos realizarem convenções e definirem coligações.
Missão: difícil
Está marcada para hoje reunião de líderes da Câmara para o presidente da Casa, Hugo Motta, tentar convencer deputados da sua pauta.
Outro ritmo
No Senado, o presidente Davi Alcolumbre colocou de molho projetos queridinhos do governo Lula (PT), como o fim da escala 6×1.
Sushi Moriyasu
A Seleção acabou por derrotar a seleção japonesa por 2×1, de virada, caprichosamente nos acréscimos, calando a boca do arrogante treinador Hajime Moriyasu, para quem o time brasileiro “já não é aquele de antes”.
Imprescritível e inafiançável
O governador catarinense Jorginho Mello (PL) denunciou Lula (PT) à PGR por xenofobia, crime equiparado ao racismo (inafiançável e imprescritível), que pode render até 5 anos de prisão e multa ao petista. Lula ofendeu todo um povo, chamando os catarinenses de “racistas”.
Xenofobia é racismo
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil, “racismo é crime grave com penalidades severas na Lei Brasileira”
e ensina: “o crime de racismo é direcionado a uma coletividade”.
Disque 100
O próprio governo federal oferece serviço de denúncia por violações de direitos humanos, o Disque 100, que recebe, entre outras, denúncias contra “discriminação étnica ou racial”… como xenofobia.
Cabeças feitas
A menos de 100 dias da eleição, a Nexus/BTG (BR-08521/26) aponta alto grau de definição dos eleitores: 74% já decidiram em quem vão votar não mudarão de ideia. Só 25% ainda admitem mudar o voto.
Tucano depenado
A pesquisa Nexus/BTG Pactual diz que o pré-candidato a presidente mais rejeitado é Aécio Neves: 60% não votam no tucano “de jeito nenhum”, mais que Lula, Flávio Bolsonaro e até Cabo Daciolo.
Mídia sem resultado
Ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga criticou o governo Lula por inflar propagandas e esquecer do principal: “Saúde Pública não se faz com marketing milionário, e sim com planejamento e gestão”, disse.
Bolso dos políticos
Após Lula cair cinco pontos no Nordeste, seu principal reduto eleitoral, o ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol avaliou que o caso do Banco Master “começou a pesar onde mais dói ao Lula: a urna”.
Pergunta no pano
Xenofobia agora também é “gafe”?
Senador não é lastro
O senador Marco Maciel sobrevoava o interior do Rio Grande do Sul, em meados de 1989, quando o pequeno avião Piper começou a ser sacudido por fortes rajadas de vento. Preocupado, o piloto fez um pouso em Júlio de Castilhos, longe do destino, que era o município de Cruz Alta. Maciel se fez de mouco, mas contou depois a amigos, achando muita graça, que ouviu o piloto olhar para seu porte de fiapo e murmurar: “Faltou lastro…”



























