Por falta de chuvas, agricultores de Uauá sofrem com a seca

Ação Popular

As chuvas que caíram este ano no município de Uauá, Bahia foram bastante reduzidas e não deram para atender as necessidades básicas dos agricultores. Em vários lugares as barragens secaram, e em outros é pouca a água que resta. A preocupação dos criadores tem aumentado, isso porque a época de trovoadas começa no mês de novembro.

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Vereador Jerônimo de Oseia

“As chuvas deste ano foram poucas e isso nos preocupa bastante, não sabemos como ficará a nossa situação daqui para frente. A operação pipa continua fornecendo água para o consumo humano e a nossa preocupação com o consumo dos animais tem aumentado. O Prefeito Olímpio Cardoso está recorrendo aos órgãos estadual e federal pedindo ajuda, inclusive dos deputados para que direcionem recursos através de suas emendas para que esse problema seja solucionado”, informou o vereador Jerônimo de Oseias (PMDB).

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José Jackson Loiola Ribeiro, o popular Zelinho

A reportagem do AP esteve fazendo visita em algumas localidades e viu de perto a situação. “No primeiro semestre deste ano deu uma chuva mais ou menos que não abrangeu toda a região e não deu para armazenar água.  A maioria dos agricultores perdeu a palma, as que não morreram foram cortada até a raiz, e com isso não teve condições de sobreviver”, lamentou o criador José Jackson Loiola Ribeiro, o popular Zelinho.

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Fazenda Tavessa
Faz. Logradouro1
Fazenda Logradouro

Ele afirma ainda que devido a situação, vários criadores foram obrigados a desfazerem do rebanho. “Muita gente se desfez de quase tudo por conta de não ter condições de manter. Foram vendendo os mais gordos para comprar alimentos para os mais fracos, mas muitas pessoa estão chegando ao ponto que não dá mais para segurar e estão decidindo a vender seus rebanhos quase todos. Por outro lado tem alguns que ainda resistem em manter, mas não a mesma quantidade que tinha antes”, informou.

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Fazenda Licuri
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Rio Vaza Barris
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Barreiro na Fazendo Santa Fé quase seco

Zelinho concluiu reconhecendo a bravura dos criadores que ainda resistem a estiagem. “Todos sabem que o sertanejo tem o couro grosso, mas fica escaldado diante de tanto sofrimento com essa coisa tão perversa. São cinco anos sem chuvas, e as que caíram não são de verdade para abranger todo o município”.

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Fazenda Sitio do Meio
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Lagoa do João Ferreira
Fazenda Sitio do Meio
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Fazenda Fidelis

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