A impaciência de Guilherme Coelho

Esse tipo específico de manga, segundo Guilherme, não tem como destino o mercado europeu. Por conta das exigências e preferências de variedades, a produção destinada aos Estados Unidos corre o risco de não encontrar compradores. “Essa variedade não vai para a Europa. Ela quer outras variedades. Se a gente colocar no mercado interno, inunda e o preço vai para baixo. Isso nos preocupa. Se não colher, fica no pé. E se ficar no pé, vai estragar”, acrescentou.

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