As cúpulas da Câmara dos Deputados e do Senado voltaram a sinalizar, nesta semana, que devem adotar um plano conjunto para ampliar os protocolos de segurança e restringir o acesso ao Congresso, em Brasília.
Uma das medidas estudadas prevê estabelecer maior controle na Chapelaria do Congresso, limitando a congressistas e autoridades o trânsito em uma das mais populares entradas do Parlamento brasileiro.
O pacote de mudanças foi defendido publicamente pelos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Eles defendem a adoção de novas medidas de segurança como forma de proteger parlamentares e funcionários que trabalham dentro do Congresso.
Entre quarta (29) e quinta-feira (30), os dois justificaram as alterações com incidentes de segurança.
Na Câmara, três jovens foram detidos na quarta com armas brancas. A Polícia da Casa apreendeu os objetos, registrou termo circunstanciado e os liberou. No mesmo dia, no Senado, o senador Eduardo Braga (MDB-AM) relatou ter sido agredido verbalmente por visitantes classificados por ele como “lobistas”.




























