O advogado e único irmão de Eduardo Campos, Antonio Campos, continua empenhado no esclarecimento da morte do ex-governador de Pernambuco, fato ocorrido no dia 13 de agosto de 2014 após um acidente aéreo no interior de São Paulo.
Nesta quinta-feira, o advogado divulgou o seguinte comunicado sobre a tragédia que ceifou a vida do irmão, após tomar conhecimento da morte do ministro Teori Zavascki (STF) num acidente de avião em Paraty (RJ).
I- Arrolei, recentemente, no dia 11/01/2017, após ter tomado conhecimento de alguns fatos novos, uma relevante testemunha para ser ouvida no inquérito civil que tramita perante o Ministério Público Federal de Santos e perante o Exmo. Sr. Juiz Federal da 5ª Vara de Santos, que preside o inquérito policial federal, a cargo das investigações do delegado Rubens Maleiner, que apura as causas do acidente aéreo e ainda não concluído, que certamente poderá mudar o curso das investigações acerca da morte de meu irmão Eduardo Campos.
II- Num país em que líderes e autoridades morrem de forma misteriosa em acidentes aéreos e ainda impactado pela morte do ministro Teori Zavascki, resolvi revelar esse fato novo e reafirmar que esse caso de Eduardo Campos precisa ser aprofundado e é mais um caso que não pode ficar impune. Não descansarei enquanto não forem esclarecidos os fatos, independentemente de eventuais riscos que posso correr.
Em outro comunicado, Antonio Campos diz também que a coligação “Muda Olinda”, que o apoiou para prefeito, “teve acatada representação, pelo Ministério Público Eleitoral, requisitando à Superintendência da Polícia Federal a abertura de inquérito policial federal ante “fortes indícios da ocorrência de práticas criminosas durante a realização da campanha eleitoral dos noticiados, mas que necessitam de uma maior investigação”.
“Esse é mais um relevante capítulo na batalha jurídica em Olinda. Nessa semana, o prefeito Lupércio (SD) e o seu vice Márcio Botelho foram notificados, em ação de impugnação de mandato eletivo, onde a coligação alega abuso de poder econômico e fraude, que poderá levar à cassação dos seus diplomas”.


























