APLB-Sindicato convoca trabalhadores para mais uma paralisação contra as reformas do governo
Da Redação
Sessenta dias depois que o Brasil paralisou na maior greve geral da história recente, os trabalhadores voltarão a cruzar os braços pela saída imediata de Michel Temer, investigado e prestes a ser denunciado à Justiça por corrupção, organização criminosa e obstrução da Justiça, e pela suspensão de suas reformas que retiram direitos dos trabalhadores.
Principais centrais sindicais aprovaram nesta segunda-feira, 5, data da nova greve geral; antes, no dia 20, as entidades planejam organizar um “esquenta”, com paralisações e atos nas principais cidades. Todo o calendário depende do andamento das reformas no Congresso – e também passará por assembleias das categorias. Sindicalistas devem se concentrar em Brasília nesta terça-feira, 6, quando o Senado deve votar a reforma trabalhista.
Mais uma vez, APLB – Sindicato, em Juazeiro, convida os trabalhadores de todas as categorias, e a sociedade, para fazerem parte de mais uma luta em defesa dos direitos trabalhistas e contra as reformas do Governo Federal. “É necessário que todos participem mais uma vez desta luta porque não podemos deixar que um governo descompromissado com a classe trabalhadora retire os nossos direitos. Algumas coisas já conseguimos através das paralisações, agora é a hora final para que possamos vencer a última batalha”, informa o representante da categoria, Gilmar Nery.




























