Confiança nas urnas eletrônicas

Ao tomar posse na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ministra Cármen Lúcia, do STF, mandou um recado aos que desconfiam do voto eletrônico. “A desconfiança nas instituições é um fator de instabilidade jurídica, social e econômica. Devemos ser rigorosos e intransigentes com qualquer desvio ético”, afirmou. Para ela, a atuação do Judiciário é legitimada pela confiança pública depositada pelos cidadãos, o que exige da magistratura e dos servidores da Justiça Eleitoral uma atuação honesta e independente de pressões ou influências, garantindo a lisura do pleito e a imparcialidade das decisões.

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