Crise financeira da gestão do PSB no Recife tem refletido no atraso do pagamento de terceirizados; prefeito corre para receber recursos da venda da dívida ao Itaú
Do Blog Manoel Medeiros
O desajuste das contas da gestão Victor Marques (PCdoB), herança direta do gasto superior às despesas da gestão comanda pelo ex-prefeito João Campos (PSB), está refletindo no atraso do pagamento a fornecedores, empreiteiras e sobretudo a empresas de locação de mão de obra (terceirização) contratadas por várias secretarias.
Auxiliares de serviços gerais (ASG) que atuam em creches e escolas do município, por exemplo, relatam que não receberam o salário do mês de maio. Quando buscam informações na empresa onde estão vinculados, a Soll Serviços Obras e Locações Ltda., recebem como resposta que a Prefeitura não paga “há dois meses”. Conforme os dados do Tome Conta, o valor em aberto com a Soll totaliza R$ 6,8 milhões.

Na Secretaria de Finanças, a expectativa é pelo andamento rápido do processo de securitização (venda da dívida) que será realizado pelo Itaú, que ganhou licitação, e pode socorrer o caixa em pleno processo eleitoral. Espera-se que cerca de meio bilhão de reais sejam depositados. O banco já socorreu a gestão, em novembro do ano passado, antecipando R$ 445 milhões de juros dos precatórios. Em contrapartida, ganhou pelo menos R$ 124 milhões que seriam da educação.
O resultado da licitação foi publicado em seis de maio, via edição extraoficial do Diário Oficial do Recife. Agora, espera-se a divulgação da assinatura do contrato. A previsão é que, a partir disso, em três meses (por volta de setembro) o Itaú faça o depósito dos recursos que, na prática, vão antecipar dívidas de parcelamentos que o município receberia até 2031. Em contrapartida, a gestão e a cobrança da dívida ativa será realizada pelo banco.

Na Secretaria de Finanças, a expectativa é pelo andamento rápido do processo de securitização (venda da dívida) que será realizado pelo Itaú, que ganhou licitação, e pode socorrer o caixa em pleno processo eleitoral. Espera-se que cerca de meio bilhão de reais sejam depositados. O banco já socorreu a gestão, em novembro do ano passado, antecipando R$ 445 milhões de juros dos precatórios. Em contrapartida, ganhou pelo menos R$ 124 milhões que seriam da educação.
O resultado da licitação da venda da dívida foi publicado em seis de maio, via edição extraoficial do Diário Oficial do Recife. Agora, espera-se a divulgação da assinatura do contrato. A previsão é que, a partir disso, em três meses (por volta de setembro) o Itaú faça o depósito dos recursos que, na prática, vão antecipar dívidas de parcelamentos que o município receberia até 2031. Em contrapartida, a gestão e a cobrança da dívida ativa será realizada pelo banco.

Os quatro maiores credores na lista das terceirizadas da Prefeitura do Recife com pagamentos em aberto são: Adserv Empreendimentos; Toppus; R.P.L. Engenharia e Soll Serviços.























