Quando se chamava PFL, o DEM chegou a ter na Câmara Federal uma bancada com mais de 100 deputados, o que lhe deu força política para eleger os presidentes Luís Eduardo Magalhães (BA) e Inocêncio Oliveira (PE). Porém, após a morte do senador Antonio Carlos Magalhães, a saída do ex-senador Jorge Bornhausen e a derrota de Marco Maciel em 2010, o partido ficou sem o trio que o comandava, perdendo força e influência no país inteiro.

Em Pernambuco, elegeu 14 deputados federais em 1990 e seu candidato a governador, que foi Joaquim Francisco. Já em 2014 elegeu apenas um: Mendonça Filho. Hoje, sob a liderança do próprio Mendonça, do prefeito de Salvador ACM Neto e do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, o Democratas começa a recuperar o peso que teve, tendo recebido na última “janela partidária” o reforço de vários deputados federais, alguns deles de grande qualidade política como Fernando Coelho Filho (PE), Arthur Maia (BA); Bilac Pinto, Bonifácio de Andrada e Rodrigo Pacheco (MG); Laura Carneiro e Sérgio Zveiter (RJ), e João Paulo Kleinübing (SC). Não é um reforço capaz de tornar Rodrigo Maia competitivo como candidato a presidente da República, mas suficiente para brigar pela vaga de vice na chapa do tucano Geraldo Alckmin.


























