Eleições

Acredito que diante dos nossos pensamentos, palavras e ações, devemos procurar, o mais que possível, proximidades nos nossos candidatos, com o que eles pensam, professam, agem e, à partir desta premissa, manifestarmos as nossas simpatias; fragmentos da nossa personalidade no candidato. Nós é que formamos as instituições, e pertencemos a elas de acordo com nossas afinidades, e elas, instituições, se tornam espelho do conjunto, desde que: “da mesma forma que seja dentro, seja fora”; paráfrase Hermes Trismegisto. Também acredito que temos a quem prestar contas, no caso do meu voto, a filhos, netos, ex-alunos, pessoas do meu convívio e influência. As instituições passam, nosso caráter permanece e vence gerações.
Quando os candidatos falam, expressam sentimentos: “a boca fala o que o coração tem em abundância” e quando validamos o que o candidato fala através do voto, estamos também validando o belíssimo enunciado: “torna-te no que és”;  e ele será nas assembleias a materialização das proposições faladas, em tese. É isso.
“Quando Pedro fala de Paulo, eu aprendo mais de Pedro que de Paulo”.

Cacá.

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