Apesar dos apelos do presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, para que deixasse o Ministério de Minas e Energia a fim de não ser contaminado pela crise política que corrói o governo Temer, o ministro Fernando Filho decidiu ficar. Alegou que tem responsabilidade com o país e que o “fico” não foi decorrência apenas de sua vontade, mas também de outros atores com os quais teve o cuidado de se aconselhar.
O ministro não está no cargo por indicação partidária e sim de 28 dos 34 deputados da bancada federal do PSB. Se for o caso de sair, portanto, deve se acertar com esses parlamentares e não com a direção nacional do seu partido que sempre foi contra participar do governo. Há, no entanto, setores no PSB que desejam expulsá-lo por ter votado a favor da reforma trabalhista. Mas para levar o processo adiante terá que expulsar também os deputados Marinaldo Rosendo e João Fernando Coutinho. (Inaldo Sampaio)



























