Fla tem desafio de ser mais ‘copeiro’ para seguir vivo na Copa do Brasil e na Libertadores

Maurício Barbieri tenta tornar o Fla mais competitivo nos jogos de mata-mata
Maurício Barbieri tenta tornar o Fla mais competitivo nos jogos de mata-mata Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
Rafael Oliveira

Se o sétimo título brasileiro virá ou será só um outro cheirinho passageiro, a torcida só saberá no fim do ano. Mas o planejamento do Flamengo encara mais decisões nos próximos 15 dias, quando decidirá sua permanência na Copa do Brasil e na Libertadores. Neste período, o time de Maurício Barbieri terá o desafio de levar para os jogos de mata-mata o bom aproveitamento ostentado nas outras partidas. Para não deixar o sonho da Tríplice Coroa escapar, o Rubro-Negro terá que se mostrar definitivamente copeiro.

A regularidade do time em 2018 cai por terra quando se faz um recorte com foco exclusivo nos jogos eliminatórios. Até agora, foram oito (por Estadual, Copa do Brasil e Libertadores) e um aproveitamento de apenas 50%. O desempenho chama ainda mais atenção quando comparado aos 68,6% registrados pela mesma equipe nas demais partidas do ano, disputadas pelo Brasileiro e pelas fases de grupo das outras competições.

O Grêmio, que estará do outro lado do campo na primeira destas decisões — amanhã, no Maracanã, pela Copa do Brasil —, pode ser considerado um exemplo para os rubro-negros. O time de Renato Gaúcho tem 61,1% de aproveitamento em mata-mata. O Cruzeiro, rival na Libertadores, no dia 29, é ainda mais copeiro: 79,2%.

Editoria de arte do Extra
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