A primeira delas foi a rejeição ao nome do advogado-geral da União Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, e a segunda foi a derrubada dos vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PL da Dosimetria, que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros condenados pelo 8 de janeiro.
As declarações foram dadas pela parlamentar ao canal de televisão GloboNews. Gleisi defendeu o governo diante das derrotas recentes e afirmou a conduta de Alcolumbre na votação de Messias era comparável a de um “líder partidário”.
— É uma prerrogativa do presidente nomear quem ele quer nomear. Não quem os outros querem impor — disse a pré-candidata ao Senado, que acrescentou — Foi uma avaliação política. Foi lamentável o que aconteceu, pois ninguém quiestionou o saber jurídico do Messias, nem a sua conduta ilibada.
Segundo Gleisi, Alcolumbre agiu após não ter o nome de seu interesse indicado para o cargo de ministro do STF, além de ter se aliado ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Em seguida, ela afirmou que o governo deve considerar como aliados “aqueles que estarão conosco nas eleições.
— Até aqui nós tínhamos aliança da governabilidade no Congresso Nacional e o presidente Davi foi correto, sim, na maioria dos casos, e o governo também foi correto com ele na maioria dos casos na tramitação das matérias. Agora, eu acho que se está entrando num jogo eleitoral. O governo tem que demarcar o seu campo — disse Gleisi, antes de completar — O que não pode a gente ir para uma disputa eleitoral com o inimigo dentro de casa. Isso não pode acontecer.
Questionada sobre se estava se referindo a Alcolumbre, a parlamentar disse:
— Eu não estou falando que ele é um inimigo. Só estou dizendo que o comportamento dele foi errado. Isso resultou numa derrota que é uma derrota contra o Brasil. Se o omportamento continuar e ele tiver aliança com o Flávio obviamente que ele não vai ser um amigo.



























