Segundo relatos da vítima e de testemunhas colhidos no inquérito policial, o homem mantinha agressões físicas e verbais durante a convivência e, após a separação, passou a perseguir e vigiar a ex-companheira com atitudes agressivas.
Ele chegou a enviar mensagens por aplicativo de comunicação, incluindo áudios, a pessoas próximas, nas quais relatava a intenção de matá-la e em seguida se suicidar.
A vítima disse que, desde outubro de 2024, era constantemente ameaçada e agredida fisicamente, sem ter registrado ocorrências anteriormente por medo. Diante do agravamento da situação e da separação, ela decidiu formalizar a denúncia no mês de setembro.



























