De acordo com a corporação, o fato ocorreu no dia 17 de janeiro, dois dias após Bolsonaro ser transferido da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, para a unidade prisional.
Na ocasião, Magno Malta foi informado de que apenas familiares do ex-presidente, previamente autorizados, têm direito à visitação regular e que quaisquer outras visitas dependem de autorização prévia do Judiciário.

Os policiais relataram aos superiores que o senador teria questionado a medida e, em seguida, solicitado autorização para realizar uma oração no 19º Batalhão da Polícia Militar (19º BPM), pedido que também foi negado.
Em resposta enviada ao portal Metrópoles, Magno Malta afirmou que esteve na Papudinha apenas com o objetivo de “buscar informações sobre o estado de saúde e o bem-estar” do ex-presidente.
O parlamentar negou ainda ter tentado entrar no local e disse que apenas solicitou informações.



























