Depois do parecer que a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) deu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), rejeitando a justa causa na saída de Marcelo Nilo do PDT, o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia minimizou a decisão. “Respeito a opinião da PRE, mas espero ser liberado pelos juízes. O PDT tomou todos os meus diretórios na Bahia. Se isso não for perseguição, o que é, então?”, disse Nilo ao jornal Tribuna da Bahia.
Mello, o procurador regional eleitoral, explicou como está sendo encaminhado o processo de consulta feito por Marcelo Nilo à Corte eleitoral.
“O mandatário, antes de sair do partido, ele pede que o TRE declare a existência de justa causa. O processo do deputado Marcelo Nilo já passou pelo Ministério Público Eleitoral e nós manifestamos no sentido de que ele não trouxe provas da existência de justa causa e esse processo será julgado pela Justiça Eleitoral ainda. Já foram ouvidos o dirigente do partido e o solicitante da ação, agora é aguardado o julgamento”, falou.


























