Nem tudo está perdido

O ministro Dias Toffoli, do STF, se declarou suspeito para relatar o processo que pede a instauração de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o Banco Master. Em despacho publicado, ontem, o ministro afirmou que se afastará por “motivos de foro íntimo”. Toffoli também citou o inciso 1º do artigo 145 do Código de Processo Civil, que estabelece a suspeição do juiz que tiver “amigo íntimo ou inimigo de qualquer das partes ou de seus advogados”. A pedido do ministro, o caso foi encaminhado ao presidente do Supremo, Edson Fachin, para a “adoção das providências que julgar pertinentes”. Um novo relator deve ser sorteado para assumir o processo.


























