O mal da paralisia agitante

Especialista pode prescrever um tratamento adequado a fim de combater sintomas do mal sem cura

Da Redação

O Dia de Conscientização é 
uma forma de rebater estigmas e enfrentar com altivez a enfermidade
O Dia de Conscientização é uma forma de rebater estigmas e enfrentar com altivez a enfermidade – 

Os tremores nas mãos, a lentidão nos movimentos, o caminhar difícil, devido ao desequilíbrio, a rigidez muscular, alterações na fala e ao alimentar-se, além de desalinhamento das letras ao escrever.

Estes são alguns dos sinais da doença de Parkinson, unindo o mundo, hoje, Dia de Conscientização, como forma de rebater estigmas e enfrentar com altivez a enfermidade capaz de acometer 200 mil pessoas no Brasil.

Escapar ao médico neurologista é erro de escolha, pois o especialista pode prescrever um tratamento adequado a fim de combater sintomas do mal sem cura, embora permita a contenção dos efeitos danosos.

Antes de ganhar o sobrenome do ativista político e pesquisador inglês, a moléstia era chamada “paralisia agitante”, correspondência fidedigna ao quadro híbrido de sistema nervoso travado enquanto sacolejam membros superiores.

Resultante do contexto no qual diminui-se a autonomia motora e onde há alterações nas áreas que produzem substâncias relacionadas ao humor e ao bem-estar, não são raras as depressões entre os parkinsonianos.

Crônico e progressivo, o problema neurodegenerativo é o mais comum na espécie Sapiens, superado, apenas, em número, aos diagnósticos de Alzheimer.

Não tem como evitar, se a transmissão é determinada por genética, no entanto, há alimentos ricos em dopamina, o neurotransmissor ausente nas ocorrências confirmadas pela ciência.

Uma dieta preventiva ou auxiliar no adiamento do indesejado avanço pode constar de ovos, peixes, carnes, feijão, soja, gergelim e sementes de abóbora, além de leite, queijo e iogurte.

Independentemente de buscar fortalecer o organismo, a atitude mental positiva tende a contribuir para o convívio com menor incidência da inevitável angústia, passível de evoluir a desespero, diante da desobediência de si próprio.

Cabe a quem ama ou tem compaixão cobrir de cuidados e mimos os pacientes, no auxílio da superação da dor e do sofrimento, dada a fragilidade da estrutura corpórea, incompatível com orgulho ou vaidade.

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