Opinião: Maioria dos prefeitos eleitos na sama da gatunagem
Ouvindo ontem (05) a Voz do Brasil, a previsão de receitas para as prefeituras no país não é nada boa para o ano de 2017. O valor a ser repassado será inferior ao que está sendo repassado neste ano. Com isso, os prefeitos que foram derrotados nas urnas com mais de 67% em todo o país, passaram por dias de agonia quando sonharam com uma coisa, e se depararam com outra. Ele apenas fizeram o feijão com arroz em pagar suas obrigações e mais nada. Foram muitos que contraíram problemas de saúde, com a justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público, etc., e que jamais terão sossego pelo resto de suas vidas.
Já a maioria dos eleitos, fez o mesmo em prometer (mentir) o que não tem condições de fazer para ganhar as eleições diferente dos outros. Esses vão sofrer na pele as consequências por tentar cumprir as promessas de campanha sem dinheiro em caixa é mergulhar na loucura. Por outro lado pode ter uma saída, não cumprir nada do que foi acordado, meter a mão na grana da prefeitura e deixar o povo com cara pra cima durante os 3 anos e 6 meses de administração como foi feito na região em algumas prefeitura com o povo desempregado passando fome e de uma hora aparece uma mala para comprar o voto a mando do prefeito bandido, elegendo assim, o seu sucessor para que a malandragem continue por mais 4 anos numa boa.
Mas os prefeitos malas e seus comparsas estão coadunados com a impunidade. Tem gente que se diz da justiça que trabalha na cozinha de prefeito desonesto, tem outro que não saia da roça do prefeitão malandrão bebendo cachaça e comendo churrasco nos finais de semana e feriados, enfim, foi esse tipo de candidato que cometeu crime e foi eleito no dia 2 de outubro.
Na região deveria haver uma operação batizada de ‘Pega ladrão’ feita pelo Ministério Público Federal em Brasília, juntamente com a Polícia Federal e com a determinação do STF para algemar esses vampiros e tomar tudo que eles roubaram dos cofres municipais. Mas até isso acontecer, o mundo vai desabar.
Por: José Galindo




























