“Precisamos de algum indício mínimo para federalizar”, diz Dino sobre execução de médicos no Rio

Ministro da Justiça disse que a pasta irá acompanhar as investigações

Flávio Dino, médicos assassinados e local do crime
Flávio Dino, médicos assassinados e local do crime (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil | Reprodução/TV Globo)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a pasta irá acompanhar as investigações do ataque que deixou três médicos mortos e um gravemente ferido em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na madrugada desta quinta-feira (5), e ressaltou que “em um primeiro momento” o caso não deve ser federalizado.

“Precisamos de algum indício mínimo para federalizar”, disse Dino à jornalista Andréia Sadi, do G1. Uma das vítimas é o médico ortopedista Diego Ralf Bomfim, irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (Psol-SP).

Ainda de acordo com a reportagem, o presidente da Câmara, deputado federal Arthur Lira (PP-AL), pediu a Dino que o Ministério da Justiça acompanhe as investigações. Mais cedo, o deputado federal Glauber Braga (Psol-RJ), marido de Sâmia, também havia conversado com o ministro sobre a possibilidade de que o caso fosse federalizado. 

Também nesta quinta-feira, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que “não tem duvidas” de que que o assassinato do médico Diego Ralf Bomfim foi uma execução, mas que  considerava cedo falar que o crime tenha sido cometido por razões políticas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *