O TCU já havia iniciado na sexta-feira, 2, uma inspeção no BC e no Banco Master, após receber uma nota técnica sobre o processo de liquidação da empresa por parte da instituição do banco público de reservas, considerada exposição simples da cronologia e dos fundamentos do caso.
O despacho, assinado pelo ministro Jhonatan de Jesus, e obtido pelo G1, determina análise do acervo necessário da instituição, enfatizando que o acesso à documentação do caso precisa ser integral.
A inspeção deverá analisar in loco e em “ambiente seguro e sob as cautelas de sigilo legal”, entre outros pontos, a evolução dos alertas e das medidas de supervisão adotadas diante de sinais de deterioração da instituição, bem como o tratamento dado a alternativas de mercado e à hipótese de uma “saída organizada”.
Além disso, o TCU pretende averiguar se há registros formais de uma reunião que teria ocorrido em 17 de novembro do ano passado entre o então dono do Master, Daniel Vorcaro, e representantes do regulador.
No mesmo despacho, o ministro relator não afasta a possibilidade de adoção de medida cautelar, conforme já havia indicado na decisão que determinou a prestação de esclarecimentos pelo Banco Central sobre o processo de liquidação do Master.



























