Isaltino chama de “pirotécnica” visita da bancada da Oposição a Serra Talhada

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Isaltino Nascimento (PSB), classificou de “pirotécnica” a visita de seis deputados da Oposição a Serra Talhada, neste final de semana, para fazer contraponto à passagem do governador Paulo Câmara pelo município na quinta-feira da semana passada.

Os parlamentares fizeram uma visita ao Hospital Regional Agamenon Magalhães e apesar de considerarem o seu estado físico bom, reclamaram da falta de estrutura para atender à população.

Segundo Nascimento, “é preciso salientar que a referida unidade está com estoque abastecido de insumos, seja de medicamentos ou qualquer outro tipo de material médico-hospitalar necessário para prestar a devida assistência aos usuários do SUS na região. E que qualquer registro de falta de insumos são casos pontuais, resolvidos de forma imediata pela sua direção”.

“O serviço se encontra com escala completa de profissionais. Dos mais de 4,5 mil profissionais convocados para a rede estadual em 2016 e 2017, cerca de 150 foram chamados para o Hospital Regional de Serra Talhada”, garantiu o líder do governo.

Ele disse também que os deputados que foram ao município não procuraram a direção da unidade, “que esteve durante todo o dia no Hospital para prestar os devidos esclarecimentos” e que a visita deveria ter sido feita “com menos pirotecnia e mais proposição”.

À frente o líder Sílvio Costa Filho (PRB), viajaram ao Sertão para marcar “corpo a corpo” o governo Paulo Câmara os deputados Álvaro Porto (PSD), Augusto César (PTB), Júlio Cavalcanti (PTB), Priscila Krause (DEM), Socorro Pimentel (PSL) e Ossésio Silva (PRB).

Eles estiveram na quinta-feira (30) em Serra Talhada e nesta sexta em Afogados da Ingazeira e Arcoverde, mesmos municípios visitados pelo governador na semana passada.

Enquanto Paulo Câmara inaugurou uma série de seminários intitulado “Pernambuco em ação”, os oposicionistas contra-atacaram com o seu “Pernambuco de verdade” para mostrar à população as promessas feitas e não cumpridas pelo atual governo.

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