Janot pede arquivamento de processos contra Jarbas e mais quatro do PMDB

Além de Jarbas, os outros beneficiados pelo arquivamento são o pernambucano Roberto Freire (PPS-SP) e os senadores Agripino Maia (DEM), Marta Suplicy (PMDB) e Garibaldi Alves Filho (PMDB). Todos são citados na delação da Odebrecht de terem recebidos recursos não contabilizados para campanhas eleitorais de 2008 e 2010.
Defesa
Procurado pela reportagem do Estadão Conteúdo, Jarbas Vasconcelos disse que gostaria que o seu caso fosse apurado e negou ter recebido R$ 700 mil via caixa 2 para sua campanha ao governo de Pernambuco em 2010. “Eu preferia que isso fosse apurado e esclarecido, pra mim seria muito mais saudável isso do que simplesmente ser beneficiado pela prescrição. O que eu fiz foi absolutamente correto, então não tem por que ficar protegido pela idade”, disse o deputado.
Para o senador Agripino Maia, era desprovida de “substância” a acusação que lhe foi feita – de receber R$ 100 mil via caixa 2 para a campanha ao Senado Federal em 2010. “O procurador-geral seguiu os ditames da lei. A acusação que me é feita é desprovida de qualquer substância. E o procurador, movido pelo preconiza a lei, adotou a postura que adotou. Foi feita a Justiça à lei e aos fatos”, comentou o senador.
O deputado Roberto Freire informou por meio de sua assessoria que não se pronunciaria. Freire foi acusado de ter recebido R$ 200 mil não contabilizados da Odebrecht em sua campanha de 2010. A reportagem ainda aguarda respostas dos senadores Garibaldi Alves Filho e Marta Suplicy.
Com informações do Estadão Conteúdo
























