Médico de Campo Alegre teria sofrido agressão na cabeça antes de ser morto
Por Raphael Guerra

Uma avaliação realizada pelos profissionais do Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife, aponta que o médico cardiologista Denirson Paes da Silva, de 54 anos, teria sofrido uma agressão na cabeça antes de ser assassinado. Essa é mais uma pista para os investigadores tentarem esclarecer o crime, registrado num condomínio de luxo em Aldeia, no município de Camaragibe.
Ainda não há prazo para divulgação do laudo final do IML. Mas a análise do crânio, encontrado no último dia 12, dentro de um poço onde havia outros restos mortais, revelou sinais de uma pancada. Os profissionais ouvidos pelo Ronda JC reforçaram que não há marcas de queimaduras. Pelo avançado estado de decomposição do corpo, também não conseguiram encontrar possíveis marcas de facadas ou tiro – o que dificulta o esclarecimento da causa morte.
A possibilidade de que o corpo do médico tivesse sido queimado foi levantada por peritos do Instituto de Criminalística no dia em que os primeiros restos mortais foram encontrados em Aldeia, mas no IML, por enquanto, não houve essa confirmação.
Enquanto as perícias não são entregues, a Polícia Civil continua ouvindo testemunhas do caso. Oficialmente, a polícia afirma que o crime foi praticado pela esposa do médico, a farmacêutica Jussara Rodrigues Silva Paes, e pelo filho mais velho, o engenheiro Danilo Rodrigues Paes. O motivo seria o fim do casamento. Os suspeitos continuam presos temporariamente.
























